domingo, 13 de dezembro de 2015

Salto do Indaiá

No dia 31/01 saímos em galera (nove no total) para realizar uma trilha. Eu estava muito animado afinal o Gabriel e o Guilherme estavam nessa empreitada, para completar a aventura iriamos acampar para passar a noite então seria muito bom.
Salto do Indaiá
Acordei cedo pois havia prometido uma farofa de frango para os moleques, e vou lhe falar... estava ótima... não sobrou nem para o cachorro, de forma bem modesta posso dizer que uma farofa assim são poucos que sabem fazer.

Para variar um pouco... só um pouco... nada alem do normal e como todos sabem o Alex enrolou mais uma vez, porem dessa vez ele teve a grande ajuda do cunhadinho dele... Parabéns Wellington por me deixar indignado com o atraso dos dois.
Rio Itiquira
Enfim jogamos as tralhas nos carros e pegamos estrada... seguimos em direção da Cachoeira do Indaiá, dali sairíamos para nossa trilha. A intenção seria chegar até a queda da Cachoeira Salto do Itiquira e assim foi feito. mas antes a tropa se alimentou com a farofada...

Enfim a nossa trilha começou na cachoeira do Indaiá e fomos descendo pelo rio Itiquira, aonde pudemos apreciar a beleza da Canhoeira Véu de Noiva até chegar a topo da Cachoeira do Itiquira.
Véu de Noiva
Ao todo foram cerca de 10km de trilha (considerando ida e volta), a maior parte do percusso e feita as margens do rio. Mas não pense que se trata de uma trilha fácil de ser feita, apesar de curta é penosa pois há varias oscilações no terreno e algumas subidas duras de serem feitas se não estiver com o corpo preparado.












Falando em corpo não esqueça de levar uma boa quantidade de água para reidratação e frutas é claro, de preferencia maças e goiabas, leve também biscoitos e barras de cereais.

Faça uma boa divisão da carga com os outros participantes da trilha, assim não haverá sobrecarga em ninguém ou seja um melhor aproveitamento do passeio.


Nossa trilha foi boa, eu particularmente senti dificuldades na volta pois não estava preparado fisicamente para aquela subida. Tivemos que realizar três pequenas paradas para que pudesse me recuperar, me surpreendi como o Gabriel e o Guilherme fizeram a trilha numa boa. os moleques estão bem... afinal... só estudar e jogar bola... ai é mole.


Para terminar o primeiro dia acampamos, fizemos uma fogueira e preparamos um macarrão... está certo que não foi aquele macarrão afinal nossa fogueira era muito da sem vergonha... mas foi feita com o esforço de todos e conseguimos comer bem.
Ao lado da queda do Itiquira

O local do acampamento oferece duchas e sanitários bem cuidados alem é logico de terem um refeitório aonde é possível comprar comida e bebidas, oferecem café da manhã, almoço e jantar.

Ao acordarmos tomamos um ótimo café colonial, tudo muito saboroso o café e o bolo estavam maravilhosos e agora estávamos preparados para bater uma bola...

Ao fim para terminarmos nossa manha aproveitamos a piscina do camping, o pessoal da região gosta de ir ao local para fazer um churrasco e tomar um cerveja, aproveitando o clima agradável da região. Apesar do calor estava fazendo o clima estava bom pois há bastante sombra das árvores.


A trilha não foi feita por completo, deveríamos ter descido até a queda do Salto do Itiquira para ficar completo, também não chegamos até a Véu de Noiva, ficará para um próxima quando o corpo estiver em melhores condições físicas e aproveitarmos melhor o tempo sem atrasos na saída.

Se gosta de trilhas de acampamento de natureza, vá... se organize planeje e faça uma boa caminhada.

quinta-feira, 23 de julho de 2015

O Texto Perdido do Orkut: Uma Jornada de 12 Anos Entre Códigos Abertos e Novas Vidas

    Perder um texto, ainda mais um que se achava no falecido Orkut, é como perder um pedaço de memória. Dói, não é? Especialmente quando se trata de um registro de uma fase tão rica e transformadora da vida. Há doze anos, quando eu o escrevi, ele era um espelho das mudanças, escolhas e desafios que me moldavam.

    Naquela época, a rotina profissional era um turbilhão. Trabalhava com o DP35, um equipamento que, para quem não conhece, era essencial na coleta de dados de consumo de água para a Caesb, com emissão simultânea de contas. Paralelamente, eu estava mergulhado em outro projeto, prestando serviço à Secretaria de Saúde no Cadastro do SUS (CADSUS). A mente estava a mil por hora!

    Foi nesse período que tive a chance de experimentar o StarOffice na Projel, graças ao sistema de qualidade da empresa. Mal sabia eu que aquilo seria o portal para uma nova cultura. Entre maio e junho de 2002, todas as versões foram substituídas pelo OpenOffice, a versão de código aberto. Essa mudança me aproximou ainda mais do universo do Software Livre.
 
    O Impacto do Software Livre e a Resistência
    Essa foi a base para o texto de doze anos atrás: minha decisão de adotar o Software Livre. E, acredite, não foi uma escolha fácil. O preconceito era (e ainda é, em certa medida) enorme. Inúmeras vezes ouvi frases como: "Se é Linux, não presta", "Se é OpenOffice, não presta". Era frustrante ver a recusa em dar uma oportunidade, em sair da zona de conforto, em adquirir conhecimento.

    O medo do novo e do desconhecido é, para mim, uma das piores coisas que um ser humano pode cultivar. Ele nos aprisiona em um mundo pequeno, cheio de dúvidas e crenças limitantes. Que pena não dar uma chance para o novo.
 
    Uma Nova Vida, Novas Perspectivas 
    Em meio a essa jornada profissional e tecnológica, meu texto também abordava um evento que mudaria minha vida para sempre: o nascimento do meu filho naquele ano. Mais responsabilidades, mais dúvidas, mais anseios. Não foi fácil, mas foi um período de muito aprendizado e crescimento. Sou imensamente grato aos colegas de trabalho, às listas de discussão (que na época "bombavam" e eram uma fonte incrível de conhecimento), aos familiares e amigos.

    Agradeço a todos que tiveram a paciência de me ensinar e de me escutar. E assim, completamos mais um ano, fazendo novas escolhas todos os dias.

    Refletindo sobre essa jornada, qual foi a decisão mais transformadora que você já tomou e como ela impactou sua vida?